19/01/2009

Festas de São Sebastião 2009(Ouricuri)

PROGRAMAÇÃO DA FESTA – PÁTIO DE EVENTOS

TERÇA – FEIRA 20/01/2009
21h. 00min. - Abertura – Artes Cênicas – OURICURI DANCE CULTURAL PALCO – 1
21h. 30min. – Banda Filarmônica Roderick Soares PALCO – 2
22h. 00min. – Banda Forró do Muído ALCO – 1
24h. 00min. – Banda Garota Safada ALCO – 2

QUARTA – FEIRA 21/01/2009
21h. 00min. – Banda Caceteiros. Com PALCO – 1
23h. 00min. – Banda Meu Xodó de Pernambuco - Os Filhos de Ouricuri PALCO – 2
01h. 00min. – Edu & Maraial PALCO - 1
03h. 00min. – Banda Aviões do Forró PALCO – 2

QUINTA – FEIRA 22/01/2009
22h. 00min. – Ébano Nunes e Banda PALCO -- 1
24h. 00min. – Núria Mallena PALCO – 2
24h. 00min. – Banda Mala 100 Alça PALCO – 1
02h. 00min. – Sirano & Sirino PALCO – 2

SEXTA – FEIRA 23/01/2009
21h. 00min. – Banda Doce Mel PALCO – 1
23h. 00min. – Silvanno Salles - O Cantor Apaixonado PALCO – 2
01h. 00min. – Banda Gatinha Manhosa PALCO – 1
03h. 00min. – Banda Forró Moral PALCO - 2

SÁBADO -24/01/2009
16h. 00min. TRIO ELÉTRICO – BONDY SAMBA, nas Avenidas Fernando Bezerra e Antonio
Pedro da Silva.
22h. 00min. – Banda Jeito Manhoso PALCO – 1
24h. 00min. – Lairton dos Teclados PALCO – 2
02h. 00min. – Fábio Júnior PALCO – 1
04h. 00min. – Chicabana PALCO – 2

DOMINGO – 25/01/2009
16h. 00min. TRIO ELÉTRICO – BANDA VOA DOIS, Revelação do Carnaval de Salvador em 2008.PROGRAMAÇÃO DO ESPAÇO DO FORRÓ PÉ DE SERRA – PALCO - 3 Av. Antonio Pedro da Silva

14/01/2009

3ª lei de newton

Ação e Reação
Sabemos que força é fruto da interação, ou seja, uma força atuante em um corpo representa a ação que este corpo recebe de um outro corpo.
Isaac Newton percebeu que toda ação estava associada a uma reação, de forma que, numa interação, enquanto o primeiro corpo exerce força sobre o outro, também o segundo exerce força sobre o primeiro. Assim, em toda interação teríamos o nascimento de um par de forças: o par ação-reação.
Lei da Ação e Reação
O Princípio da Ação e Reação constitui a Terceira Lei de Newton e pode ser enunciado assim:
Se um corpo A aplicar uma força sobre um corpo B, receberá deste uma força de mesma intensidade, mesma direção e sentido oposto à força que aplicou em B.
Podemos observar essa troca de forças entre dois corpos, por exemplo, na colisão abaixo.
A força que A exerce em B () e a correspondente força que B exerce em A () constituem o par ação-reação dessa interação de contato (colisão). Essas forças possuem mesma intensidade, mesma direção e sentidos opostos. Ou seja:
Ao aplicarmos a terceira lei de Newton, não podemos esquecer que as forças de ação e reação:
a) estão associadas a uma única interação, ou seja, correspondem às forças trocadas entre apenas dois corpos;
b) têm sempre a mesma natureza (ambas de contato ou ambas de campo), logo, possuem o mesmo nome (o nome da interação);
c) atuam sempre em corpos diferentes, logo, não se equilibram.
Exemplos de Interações
Observe a seguir os pares ação-reação de algumas básicas interações de campo e de contato.
Interações de campo
Interações de contato

2ª lei de newton

introdução
Também chamada de Princípio Fundamental da Dinâmica, esta lei, a segunda de três, foi estabelecida por Sir Isaac Newton ao estudar a causa dos movimentos. Este princípio consiste na afirmação de que um corpo em repouso necessita da aplicação de uma força para que possa se movimentar, e para que um corpo em movimento pare é necessária a aplicação de uma força. Um corpo adquire velocidade e sentido de acordo com a intensidade da aplicação da força. Ou seja, quanto maior for a força maior será a aceleração adquirida pelo corpo. *Aceleração: é a taxa de variação da velocidade. No SI sua unidade é o metro por segundo ao quadrado (m/s2). Newton estabeleceu esta lei para análise das causas dos movimentos, relacionando as forças que atuam sobre um corpo de massa m constante e a aceleração adquirida pelo mesmo devido à atuação das forças. Esta lei diz que: A resultante das forças aplicadas sobre um ponto material é igual ao produto da sua massa pela aceleração adquirida:
Esta é uma igualdade vetorial onde a força e a aceleração são grandezas vetoriais, as quais possuem módulo, direção e sentido. Esta equação significa que a força resultante (soma das forças que atuam sobre um determinado ponto material) produz uma aceleração com mesma direção e sentido da força resultante e suas intensidades são proporcionais. *Ponto material: em mecânica este é um termo utilizado para representar qualquer objeto em virtude do fenômeno, sem levar em consideração suas dimensões. Ou seja, as dimensões não afetam no resultado do fenômeno estudado. No Sistema Internacional de Unidades (SI) a unidade de força é o newton (N) em homenagem a Newton. Porém, existem outras unidades de medida como o dina e o kgf. Peso Peso é a força gravitacional sofrida por um corpo nas vizinhanças de um planeta. É uma grandeza vetorial e, portanto, possui módulo, direção e sentido. Matematicamente temos:
P =m.g
Onde g é a aceleração da gravidade local. A massa de um corpo não muda. O que muda é seu peso devido à ação da força gravitacional, que pode ser maior ou menor, dependendo da localização do corpo.
Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola

13/01/2009

dilatação linear

INTRODUÇÃO
Quando os corpos são submetidos a uma variação de temperatura eles dilatam, ou seja, eles sofrem aumento ou diminuição nas suas dimensões. Vale deixar bem claro que essa variação é bem pequena, e que muitas vezes ela não é perceptível a olho nu, necessitando assim de equipamentos, como o microscópio, para poder visualizar.Os corpos dilatam quando sofrem aumento na sua temperatura. Sabe-se que quando ocorre a variação da temperatura do corpo os átomos que o constituem se agitam mais, com isso a distância média entre eles é aumentada, assim sendo, o corpo ganha novas dimensões, ou seja, ele se dilata. De uma forma geral todos os corpos dilatam após serem aquecidos e se contraem após terem sua temperatura reduzida. A dilatação linear é aquela que ocorre variação em apenas uma dimensão, ou seja, o comprimento do material. Imagine a seguinte situação: uma barra de metal de comprimento Li à temperatura ti, é aquecida até uma determinada temperatura tf. O que se percebe é que a barra, após o aquecimento, não tem mais o mesmo comprimento, ou seja, ela sofreu uma variação na sua dimensão, no seu comprimento, ela dilatou. Veja:
Onde ΔL = Lf – Li é a variação do comprimento, ou seja, a dilatação linear da barra. E Δt = tf – ti é a variação da temperatura da barra. Experimentalmente verifica-se que: - o comprimento inicial (Li) é proporcional à temperatura inicial (ti); - o comprimento final (Lf) é proporcional à temperatura final (tf); - a dilatação linear depende do material que constitui a barra. Mediante a essas constatações foi determinada a seguinte equação para dilatação linear dos corpos: ΔL = Liα Δt, onde α é denominada de coeficiente de dilatação linear, é uma constante característica do material que constitui o corpo. Por exemplo, para o alumínio temos que α = 0,000023 por °C (ou °C-1), isso quer dizer que o alumínio dilata 23 milionésimos de seu comprimento a cada 1°C de variação na sua temperatura, ou seja, uma dilatação muito pequena e que possivelmente só pode ser vista em microscópio.
Por Marco Aurélio da SilvaEquipe Brasil
Escola

aceleração escalar

Introdução
Se observarmos com bastante atenção os movimentos de nosso cotidiano, vamos perceber que é praticamente impossível que um automóvel mantenha a sua velocidade constante, pois até mesmo para realizar as atividades do dia-a-dia muda-se a velocidade. Aceleração é a taxa de variação da velocidade, ou seja, é a rapidez com que a velocidade muda. Imagine um motorista de ônibus que está a uma velocidade de 30 km/h e de repente pisa no acelerador fazendo com que a velocidade do automóvel chegue a 70 km/h em um tempo de 10 segundos. Observando tal situação podemos dizer que o ônibus variou 40 km/h em 10 segundos ou ainda melhor, podemos dizer que variou 4 km/h a cada segundo. Aceleração escalar média È a grandeza física que representa a variação da velocidade escalar por unidade de tempo. Representada por am podemos escrever matematicamente da seguinte maneira:
Onde ΔV é a diferença de velocidades, ΔV = V2 – V1, e Δt é a variação de tempo, Δt = t2 – t1. A unidade de medida é obtida através das unidades das grandezas utilizadas na determinação da aceleração média, velocidade e tempo. No Sistema Internacional de Unidades (SI) a unidade de velocidade é o metro por segundo (m/s) e o tempo é dado em segundos (s), assim a unidade de aceleração média no SI é m/s2. Aceleração escalar instantânea Mais importante que aceleração escalar média temos a aceleração escalar instantânea, que indica a aceleração que um corpo possui em um determinado instante. Para calcular a aceleração instantânea é feita uma operação limite, tomando intervalos de tempo cada vez mais próximos de zero.
Apesar de fazer uma operação que não se faz para calcular a velocidade escalar média, a aceleração escalar instantânea possui a mesma unidade que a aceleração escalar média, o metro por segundo ao quadrado (m/s2).
Por Marco Aurélio da Silva
Equipe Brasil Escola
Mecânica - Física - Brasil Escola


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11/01/2009

1ª lei de Newton

Introdução
Ao empurrar uma caixa sobre uma mesa é notório que ela só se movimenta enquanto estiver exercendo sobre ela uma força. Se a força cessar, ou seja, se parar de empurrá-la, ela logo pára. Tal observação levou o filósofo grego Aristóteles a estabelecer a seguinte conclusão: “Um corpo só permanece em movimento se estiver atuando sobre ele uma força”. Esta interpretação, formulada no século IV a.C., de Aristóteles foi aceita até o Renascimento (séc. XVII). Galileu Galilei dizia que o estudo sobre os movimentos requeria experiências mais cuidadosas. Após a realização de vários experimentos Galileu percebeu que sobre um livro que é empurrado, por exemplo, existe a atuação de uma força denominada de Força de Atrito, e que tal força é sempre contrária à tendência do movimento dos corpos. Assim, ele percebeu que se não houvesse a presença do atrito o livro não pararia se cessasse a aplicação da força sobre ele, ao contrário do que pensava Aristóteles. As conclusões de Galileu podem ser sintetizadas da seguinte maneira: Se um corpo estiver em repouso, é necessária a aplicação de uma força para que ele possa alterar o seu estado de repouso. Uma vez iniciado o movimento e depois de cessado a aplicação da força, e livre da ação da força de atrito, o corpo permanecerá em movimento retilíneo uniforme (MRU) indefinidamente. Os experimentos de Galileu levaram à conclusão da seguinte propriedade física da matéria: inércia. Segundo essa propriedade, se um corpo está em repouso, ou seja, se a resultante das forças que atuam sobre ele for nula, ele tende a ficar em repouso. E se ele está em movimento ele tende a permanecer em movimento retilíneo uniforme. Anos mais tarde, após Galileu ter estabelecido o conceito de inércia, Sir Isaac Newton formulou as leis da dinâmica denominadas de “as três leis de Newton”. Newton concordou com as conclusões de Galileu e utilizou-as em suas leis. Primeira Lei de Newton Também chamada de Lei da Inércia, apresenta o seguinte enunciado: Na ausência de forças, um corpo em repouso continua em repouso, e um corpo em movimento, continua em movimento retilíneo uniforme (MRU). Movimento Retilíneo Uniforme é o movimento no qual a velocidade permanece constante durante todo o percurso de um corpo. A velocidade é constante e diferente de zero (V≠0) e a aceleração é nula (a = 0). Assim, tanto Galileu quanto Newton perceberam que um corpo pode se movimentar sem que nenhuma força esteja atuando sobre ele.

Por Marco Aurélio da SilvaEquipe Brasil Escola